Memória falha...

Retrospectiva atrasada e preguiçosa
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Tentei fazer tópicos divertidos para definir 2008, mas não sou muito boa nisso. Não fiz Top 5 nem nada assim, só joguei... Talvez eu poste uma continuação. Talvez eu poste algo parecido com minhas expectativas para 2009. Veremos...
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Empresas que me decepcionaram em 2008:
- Correios
- Positivo Informática
- Livraria Curitiba
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Empresas que me fizeram mais feliz em 2008:
- TOK
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Aulas que me ensinaram em 2008:
- Desenho Técnico (Sentone)
- História da Arte
- Laboratórios (rádio, televisão e impresso)
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Pessoas ótimas que conheci em 2008:
- Vinicius
- Alessandra, Ary, Camila Stadler, Camila Simão, Carol, Cenilson, Daniel Germano, Daniel Sarmento, Estela, Glenyo, Henrique, Juliana, Julio, Kapri, Laércio, Lucas, Marília, Nattana, Rhubia, Vanderli
- Dênis, Eduardo Nahas, Eduardo Medeiros, Fábio, Gustavo, Isabella, Lili, Mateus, Paulo Eduardo, Rafael, Roberto, Thomas
- Talita, Debora, Ana Paula
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Livros que não dei conta de ler em 2008:
- O Guia do Mochileiro das Galáxias
- 501 Must-See Movies
- The Complete Illustrated Works of Lewis Carrol
- Arte Moderna em Contexto
- O Advogado
(alguns eu já terminei, prometo que darei conta de tudo até o final das férias)
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Músicas que grudaram na minha cabeça em 2008:
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Filmes que descobri nas madrugadas de 2008:
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Palavras novas que aprendi em 2008:
- Rechtsanwalt
- umfahren (cuidado com essa)
- ermüdend
- disconcordo
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Essas são as categorias que eu consegui inventar agora... Quem tiver alguma outra idéia, por favor, deixe sua sugestão. Achei muito pouquinho para tentar definir o ano.
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Obs.: Fevereiro, como todos sabem, é o mês do Clint!!! Tudo bem que A Troca já está em cartaz, mas é a tradição...

Anúncio...

Finalmente sou uma menina organizada
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Hoje, depois de muitos e muitos milênios, resolvi arrumar minhas coisas da faculdade[1]. Jogar fora uma pilha imensa de lixo, ver quais textos me serão úteis daqui para frente e pensar no que fazer para não chorar por tanto dinheiro gasto em xerox.
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Assim sendo, aqui estou eu, anunciando[2]. Caso você tenha algum interesse por Jornalismo, Comunicação Social, Weber (alguém me explica de onde surgiram tantos textos desse cara), Assessoria de Imprensa ou assuntos afins dê uma passadinha aqui em casa!
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Você também pode tentar fazer sua encomenda por comentário, e-mail, scrap, SMS, telefone (fixo e celular) ou visitinha no meu estágio (evite a última opção, ando cheia de trabalho nos últimos tempos).
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A pilha de textos para doação – sim, DOAÇÃO – é talvez até maior do que a pilha de textos salvos da fogueira[3]. E se você for um dos meus coleguinhas que se arrepende por não ter feito aquele xerox super importante para o seu TCC não perca tempo! Venha buscá-lo!
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Dê um destino melhor para um texto órfão.
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[1] Saldo: Duas pastas sanfonadas de 12 divisões e uma pasta sanfonada de 31 divisões para os trabalhos e anotações de sala (coisas que provavelmente irão fora em um dia de coração menos mole). Um arquivo grande com 26 pastas suspensas para os textos “úteis”.
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[2] Podia estar roubando, podia estar matando. Mas não! Estou anunciando.
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[3] E olha que eu até fui boazinha. Fiquei com os textos do Giovannini e dos seminários de Teoria do Jornalismo (só para dar alguns exemplos).
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Obs.: Sim, estou com problemas para postar as notas de rodapé. Estou tentando a uma hora (já desisti). Também está difícil colocar essa observação no tamanho normal. Ou seja: não tenha preguiça de fazer o seu próprio template.

Idéia de ônibus...

Mantendo o foco
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Nardela. Nome feio e horroroso. Brega. A madrinha caipira que escolheu. O pai diz que é bom para mocinha rica ter nome do interior. Fica mais humilde. Ficou sendo Nar, para os íntimos, para os conhecidos, para qualquer um. Nardela jaz esquecido.
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O drama de Nar não é esse. Já foi a época em que se preocupava com o que o menino bonitinho iria pensar depois que soubesse o nome dela. Loira mais ou menos natural com cabelo liso de nascensa, olhos castanhos marcados pelas sombrancelhas bem feitas. Carro zero. Óculos de sol italiano. Enfim, homem não faltava. Homem sobrava.
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Algumas amigas reclamavam que todos os bonitos estavam ocupados ou eram gays (ou ambos). Nar concordava. Seu namorado não era exatamente um Brad Pitt. O ex era até mais apresentável, mas convivia com aqueles amigos suspeitos e ela não estava nem um pouco a fim de ser trocada por outro. Pulou fora bem antes do barco afundar.
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Na verdade, já estava a fim de partir para outra história. Não gostava muito mais do atual que do ex e saiu daquela história sem um único arranhão... Só gostava de ser a namorada para ter alguma estabilidade. Alguém para quem ligar no final do dia e com quem pudesse contar para acompanhá-la nas festinhas de sexta e sábado.
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Mesmo assim, Nar queria continuar. Via algum futuro naquele diploma de Administração de Empresas, mais do que no seu próprio, de qualquer forma. Precisava de uma estabilidade maior. O emprego atual até que paga bem, mas trabalho é algo com o qual não dá para contar amanhã. Vai saber... A vida a dois é mais segura.
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Ok, ok. Ela tinha que admitir que dessa vez gostava do namorado. Talvez fosse efeito de alguma carência passageira, mas não queria terminar a toa. Também não queria trair. Mas não é todo dia que se pode desperdiçar um cara como aqueles.
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Marcelo. Isso é que era nome bonito. E era bonito por inteiro. Desde os olhos até – ela imaginava – o dedão do pé. Calçava 42/43, ela tinha quase certeza. Pé de homem. Muito mais bonito que aqueles tamanho 39 do namorado. Dava até vergonha pensar que algumas amigas tinham pés do mesmo tamanho que o dele.
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Mesmo tirando esse detalhe essencial, aquele era um homem desejável. Não para passar o resto da vida, claro. Abobado demais para levar em algum lugar mais chique. Moleque ainda. Mais um dos amigos imbecis do namorado. Mas lindo. E ela tinha certeza que ele iria para a cama com ela se ela assim desejasse.
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Desejar, ela desejava. Só não queria admitir. Não era mulher de se deixar desperdiçar. Não tinha desprendimento para ser dividida nem para pertencer durante uma única noite.
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Aquilo a incomodava tremendamente. Não sabia o que fazer com aquele olhar magnético preso na memória. Bastava olhar para o namorado, falar com ele, pensar nele. Lá estava o outro, infernizando sua mente. Se não tivesse medo do vício, já teria traído. Só para se livrar da agonia.
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Isso não era um comportamento típico da sempre decidida Nardela. Um dia se pegou andando na rua com o olhar baixo. Cúmulo. Olhos erguidos sempre! As amigas estavam até estranhando. Ela precisava resolver isso logo.
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Foi mais fácil do que imaginava.
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– Marcelo, só por curiosidade, que número você calça?
– 39. Por quê?
– Por nada. Achei mesmo que era o mesmo número do excelentíssimo.
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39 por 39 ela ficava com o dela que já estava de bom tamanho. Ou quase.

Postado com atraso

Retorno
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Aquele olhar de bolero e aquela voz de travesseiro velho. Sinto gosto de samba canção, mas me mexo tão lilás. Respiro um ar ardido, com cheiro de áspero.
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Confuso.
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Quando estiver velha, tomarei remédios de um quilo.
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Layout novo. Peguei pronto dessa vez... É meio sem graça, mas achei bonitinho. Deu um ar diferente. Também mudei o template do Avlaize.

Altas aventuras...

O que será que 2009 aguarda pra mim?
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2008 já foi tão legal...
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Minimalista por hora, galera. Já escrevo um post decente...