Desatualidades...

Pottermania
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Vander Ark conformado
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Na última segunda-feira (8), foi dada a sentença a respeito do processo de J.K. Rowling contra Steve Vander Ark, do site The Harry Potter Lexicon. A justiça de Nova York proibiu a publicação do livro de Vander Ark, uma compilação do conteúdo do site que, mais de uma vez, foi elogiado pela autora. Ela alega que seria errado ganhar dinheiro com um material desse gênero.
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O caso vinha se arrastando desde outubro de 2007. O julgamento foi em abril desse ano e durou sete dias, com direito à cobertura minuto a minuto pelo blog jurídico do The New York Times. O juiz demorou a dar seu veredicto devido ao caráter pouco usual do caso e a toda a badalação feita em cima do assunto.
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Em entrevista ao site The Grand Rapids Press, Vander Ark disse estar contente pelo final do processo judicial e conformado com a sentença. Agora, ele está em Londres preparando outro livro onde faz visitas às locações usadas nos filmes da série.
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Será que a Warner Bros tem poder para impedir um inocente livro de turismo?
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EA prejudicada
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Com o adiamento da estréia de Enigma do Príncipe, a EA afirmou que deixará de ganhar 120 milhões de dólares durante esse ano fiscal da empresa que termina no dia 31 de março. Embora pareça muito, essa quantia é uma pequena parcela do faturamento de cinco bilhões de dólares da EA.
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Resta saber quanto a empresa irá ganhar durante o próximo ano fiscal, já que a estréia do filme – e, portanto, do jogo – estão marcadas para o próximo verão americano.
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Snape vampiresco
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A edição comemorativa do décimo aniversário de Pedra Filosofal já começou a ser enviada pela Amazon.com. O livro conta com um desenho de Snape feito por Rowling. Ela admite que o personagem se parece um pouco com Drácula no rascunho feito em 1992 ou 1993, mesmo tendo sempre negado que Snape fosse um vampiro.
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Exibições de teste em Chicago
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Como é comum na industria cinematográfica, estão sendo feitos testes de Enigma do Príncipe com público real. A cidade escolhida dessa vez foi a mesma dos últimos dois filmes: Chicago.
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Muitos fãs já viajaram para a cidade, numa tentativa de estarem próximos ao cinema certo na hora certa, uma vez que as sessões não são divulgadas. Até agora só um sortudo deixou suas impressões na Internet. A resenha de Eric está disponível no site MuggleNet.
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A cidade dos ventos deve estar contente com essa quantidade inesperada de turistas nas proximidades dos cinemas.
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80% dos fãs assistiriam filme 10 meses antes da estréia
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Ainda sobre as exibições de teste, o MuggleNet colocou no ar uma pesquisa que vem apresentando um resultado nada surpreendente (para variar).
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Os visitantes do site estão respondendo se veriam ou não o filme 10 meses antes da estréia. Mais de 40 mil pessoas já votaram e apenas 2% disse que “De jeito algum! Eu teria que esperar mais dois anos para ver outro filme de Potter”.
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Shows All Over
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A Harry Potter Aliance e a Wizard Rock estão organizando shows de Wizard Rock por todo o território dos Estados Unidos. Além das apresentações será feita uma votação para escolher a melhor banda de Wizard Rock de todos os tempos.
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As bandas inscritas de mais destaque são: Harry and the Potters, The Remus Lupins, Catchlove, The Whomping Willows, Roonil Wazlib, The Parselmouths, The Cedric Diggorys, DJ Luna Lovegood, Draco and the Malfoys, The Hungarian Horntails, JFF and the SQS, The Moaning Myrtles, Ginny and the Heartbrakers, Creevey Crisis, Gred and Forge, The Mudbloods e The Owl Post.
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Os shows prometem ser muito divertidos, principalmente porque bandas iniciantes no gênero também se inscreveram.
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Seja um voluntário!
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Como as duas organizações (Harry Potter Aliance e Wizard Rock) não possuem fins lucrativos, elas estão requisitando voluntários para trabalhar nos concertos.
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Serão dois voluntários por show que ajudarão o público a votar. Os interessados devem morar na região do show e ter mais de 18 anos.
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Romance no ar
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A Teen Vogue Magazine de setembro publicou uma entrevista com Dan Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint sobre os namoricos de Enigma do Príncipe e Relíquias da Morte.
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Dan comentou que estava nervoso durante sua cena de beijo e que não pode rir de Rupert durante a dele, já que estava de folga. Felizmente, entre os atores, os shippers nunca entram em questão. Muitos fãs já estão cansados dos militantes que querem Harry e Hermione juntos.
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Só faltou entrevistar Bonnie Wright, a discreta e tímida ruiva que deve ser o grande destaque do próximo filme, já que as cenas de Rupert e Emma só farão parte do último filme da série.
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Alguém me explica de onde eu tiro tanta cara-de-pau? Eu não era assim no início da faculdade... Ou era?

Mais trabalhos da faculdade...

Assim o blog sobrevive. Alimentado dos únicos textos que consigo fazer (aqueles que, mesmo sem computador, eu sou obrigada a dar conta)... Bom, eu imagino que a resenha da Mari sobre o mesmo filme esteja melhor, mas, por algum motivo, eu gostei da minha. Por incrível que pareça...
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Bom dia e boa sorte
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“Good Morning, Vietnam!”. É com esse grito que Adrian Cronauer (Robin Williams) acorda as tropas americanas em Bom Dia, Vietnã (1988, com direção de Barry Levinson). O filme, que está comemorando duas décadas, envelheceu bem e guarda em suas imagens um dos melhores momentos de Robin Williams. O ator está com a carreira em baixa, como muitos comediantes americanos de sucesso nas décadas de 80 e 90, mas continua a encantar e a comover com seu humor para tempos de guerra.
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O filme conta a história do radialista Cronauer, um homem divertido e carismático que vai trabalhar na rádio do exército americano. Com músicas animadas e notícias inventadas sobre figuras públicas e celebridades, Cronauer não demora a conquistar o carinho das tropas e a desagradar os militares mais sérios e conservadores.
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O grande problema do filme, evidente nos dois primeiros atos, são os personagens rasos e mal construídos. Embora encarnados com cuidado por atores do porte de Forest Whitaker, ganhador do Oscar por O Último Rei da Escócia, muitos personagens estão perdidos no contexto. Além de um tenente desrespeitado por todos e que, mesmo sem talento, quer ser comediante, o próprio Cronauer carece de motivação. Ele desembarca no Vietnã, cria um amor platônico e obviamente impossível e, a partir desse momento, passa a viver em função disso.
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É apenas na parte final que o divertido radialista ganha personalidade. Embora sempre irritado por não poder ler algumas notícias, as desgraças da guerra o atingem pessoalmente através do irmão de sua paixão, Tuan (Tung Thanh Tran) e ele acaba por perder o controle durante uma transmissão ao vivo. Seu desabafo não passa despercebido e Cronauer acaba afastado. Antes de conseguir retornar, graças ao apoio de admiradores de seu trabalho, Cronauer entra em contato com os soldados, seus ouvintes, e compreende a importância de seu trabalho, mesmo que limitado pela censura.
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Nesse momento o filme conta a que veio. Os personagens não questionam a guerra. A impressão é de que ela sempre existiu e continuará indefinidamente. Aliás, a batalha em si não parece ser o grande problema e funciona apena como pano de fundo. Surge, então uma questão: como um simples homem, sem objetivos de vida palpáveis, doa a si próprio por um programa de rádio e acaba por se tornar tão importante? Nesse momento é perceptível não ser muito errado afirmar que Cronauer não é uma pessoa, mas o próprio programa. Sua existência apenas é válida enquanto radialista.
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Dessa maneira, o filme não passa da velha e sempre atual luta dos meios contra a censura que, aliás, também possui personificação. Os censores retratados são dois irmãos idênticos, praticamente mudos e sem reação (exceto quando contrariados).
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E, para quem estava com saudades: links de mim mesma! Aqui está o PDF do sexto Comunicação, já com o meu nome na editoria de UFPR. Já nessa matéria, eu e a Vanessa fizemos as filmagens. Nessa outra, fui a carregadora oficial do trio! Será que um dia a Rê-porter aparecerá no site? Acho melhor não...

Tirando poeira...

Prepare-se. O texto abaixo é tão ruim que dá até vontade de chorar. Mas, como tudo nessa vida, tem um lado bom. Agora, tudo o que você, querido leitor, escrever não terá a menor chance de ser o pior texto do universo. Pelo contrário, será muito bom comparado a isso!
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Crespa: presa ou chapada
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Como aluna de jornalismo, eu faço gravações habituais para disciplinas laboratoriais. Hoje, eu acordei cedo, tomei banho, vesti uma roupa bonita e saí de casa. Estava pronta para ser repórter de TV.
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Eis que chego à faculdade e me deparo com uma colega: “Mas você vai prender esse cabelo, não vai? O meu não tem problema porque é liso, mas você vai prender o seu já!”. Ora, por que prender? Eu sempre fiz isso, verdade. Mas aquela informação jogada na minha cara daquela maneira abriu toda uma nova perspectiva. Claro que eu não iria gravar com o cabelo na frente do rosto, mas qual é o problema de gravar com minhas madeixas crespas a mostra? Sinceramente, eu não vejo nada de feio ou indecente. Muito pior é um cabelo chapado. Em algumas pessoas até cai bem, mas aparece cada coisa por aí...
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De volta às minhas reflexões sobre o padrão jornalístico para TV. O argumento a favor das chapadas, presas, curtas e naturalmente lisas é que o jornalista não deve chamar atenção. O que importa, no caso, é a informação pura e simples. Os profissionais só servem para passar os dados adiante. Muito justo.
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O jornalista deve, a partir dessa linha de raciocínio, ser uma figura amorfa. Sem cor, sem gosto pessoal, sem corte próprio de cabelo, enfim, sem personalidade. Afirmar isso é quase como rogar a todas as colegas: “Sejamos todas brancas, de cabelos lisos e compradoras de casaquinhos pretos”. Falando em casaquinhos pretos, confesso. Era justamente a peça de roupa que eu vesti tão alegremente de manhã. É triste quando você se percebe literalmente vestindo seu próprio preconceito.
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Felizmente, as fontes ainda têm a liberdade de escolher que roupa querem usar, como querem deixar o cabelo, a cor do batom, etc. Afinal, elas são donas de informação. Agora, pense comigo. Se as fontes não importam com esses padrões, resulta que a escravidão da imagem jornalística à magnânima informação não passa de uma submissão advinda do próprio jornalismo. Por isso, apelo: Colegas! Levantemos as mãos para o céu e oremos ao Santo Dado Estatístico.
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Agora, se a informação se torna uma entidade tão digna de adoração a partir do momento em que sai da boca das fontes, porque colocar criaturas tão falhas para intermediar sua transmissão? Não seria mais fácil programar máquinas? Além disso, para quê gastar a energia de seres pensantes com isso?
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Nada contra padrões estéticos. Eles sempre irão existir e fazem parte da cultura de uma sociedade. Mas tenho muito contra o reinado autoritário dessas padronizações. O fato do cabelo de uma jornalista precisar ser liso, por exemplo, não faz sentido em um mundo onde se prega a liberdade, o conforto e o uso real e racional do bom senso. Aliás, o jornalismo que cede a esse tipo de mandatários vai contra sua própria ideologia. Apenas repórteres magras e bonitas falam sobre bulimia e anorexia.
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Também tenho muito contra o jornalismo irracional, preso a uma informação incapaz de existir por si só. Assim como as fontes escolhem como irão aparecer no vídeo, também cabe (ou deveria caber) ao jornalista a opção de como se mostrar para o público. Ao menos dentro da academia, a objetividade e a imparcialidade do texto são mitos. Seria tolo exigir que a imagem de uma pessoa seja livre de subjetividade, afinal, aquela pessoa que aparece na telinha é um sujeito!
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Assim sendo, eu me declaro a favor não só de um jornalismo crespo, mas de um jornalismo pensante.