Fim de férias (?)...

Merchandising pessoal – O retorno

Ajudei Mundo muito menos do que gostaria e, por incrível que pareça, não mudei de editoria nesse mês de Gazeta do Povo. “Ora, o mês não acabou ainda”, vocês vão dizer. Pois é. Só que nessa segunda-feira tudo muda. As aulas na federal voltam (e, para o meu terror, com uma disciplina laboratorial de TV) e eu abandonarei a Gazeta um pouco antes do previsto. É que começarei a trabalhar na Priory. Desejem boa sorte pra mim! Aos links:
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Varejo (09/07): É triste você simplesmente não conseguir ajudar. Foi mais ou menos isso o que aconteceu nessa matéria do Alexandre. Fiz algumas ligações, mas as coisas não deram muito certo. Era final de tarde quando ele saiu correndo para ir atrás de personagens no shopping Total. Fiquei de ligar para umas organizações, mas o máximo que pude fazer foi marcar uma entrevista para o dia seguinte. Mas saiu a matéria e ficou bem legal!
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Imagens do Universo (09/07): Só fiz a legenda da segunda foto. A primeira deve ter surgido depois e, por causa da semelhança, entrou. Meu título foi mudado para aumentar o paralelo. Pena que não saíram as minhas outras legendas. Algumas eram bem legais, mas não é sempre que se tem espaço.
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Turismo (10/07): Aqui eu ajudei basicamente no Box. Fiz uma apuração que não deu em muita coisa, também. Enfim, acontece. Foi a segunda vez em que não me senti ajudando o Alexandre como deveria. Isso é triste porque ele é muito legal e simpático e é muito bom trabalhar com gente assim. Nessa minha temporada na Gazeta, eu conheci pessoas realmente muito legais e isso sempre vale muito a pena!
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Imagens do Universo (10/07): Eu realmente achei que o meu terceiro título não iria passar! É complicado fazer títulos que sejam engraçadinhos, leves e, ao mesmo tempo, se encaixem no padrão de um jornal sério como a Gazeta do Povo. Para escrever a legenda, existe a original que você deve traduzir, mudar um pouquinho e complementar. Mas o título tem que surgir do nada, é bem mais divertido!
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Varejo (16/07): Meu primeiro passeio para fora da redação. Conversei um monte com a assessora do mercado (que não podia ser identificado de maneira alguma). Ela estudou na federal e foi muito atenciosa comigo e com o Daniel Castellano, o fotógrafo. Também foi muito legal conversar com ele que até comprou bolachinhas pra mim! O mais interessante dessa saída foi que eu percebi como a redação é ótima. Mesmo sendo, por vezes, tensa e sufocante, ela promove suas próprias soluções. As saídas desse tipo são um alívio sem tamanho e os momentos de descontração com os colegas valem ouro (“colegas”, olhem como estou metida)! Só cometi uma falha feia. Esqueci de perguntar a profissão das pessoas. Tadinha da Isadora, tendo que se virar sem esse dado importante... Aliás, a Isadora entrou na Gazeta depois de mim. Foi outra pessoa com quem gostei bastante de trabalhar!
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Greve (18/07): Para essa matéria, eu conversei com a assessora da Repar e da SIX e, de certa forma, também falei com o presidente do Sindicato dos Petroleiros (é que não deu muito certo na hora, mas no final tudo se ajeitou). Foi bom ajudar o Fernando porque ele é um jornalista muito competente mesmo. Quando eu crescer, quero falar nas reuniões de pauta igual a ele!
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Imagens do Universo (18/07): Mais uma ajudinha para o pessoal de Mundo. Várias vezes eu pensei em pedir para a minha supervisora me deixar mudar para Mundo. É uma editoria muito deslumbrante para uma monguinha feito eu. Mas, na hora, eu sempre desistia. Sempre falei que queria jornalismo econômico, desde o colégio... E, mesmo não escrevendo nada muito dentro do assunto (fiz duas matérias de gaveta, uma para Mídia & Marketing; outra para Consumidor), eu estava gostando de acompanhar aquela rotina, ver as reuniões de pauta, etc..
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Reajustes Salariais (20/07): Meu segundo passeio para fora da redação e novamente acompanhada por um fotógrafo. Subi um prédio enorme e ainda em construção para entrevistar os trabalhadores da obra. Acabei me sujando, passando vergonha, arrancado fora um pedaço da bota, quase me perdendo no escuro, conhecendo diversos tipos de escada (foi uma incrível variedade para um só dia)... E depois tive que lembrar os intrincados caminhos para descer tudo isso! Para variar, eu adorei! É o tipo de coisa que é divertido fazer. Você não sai de casa esperando uma coisa dessas e, quando vê, está sendo guiada por um mestre de obras e perguntando para pedreiros (digo, carpinteiros) quanto eles ganham e o que eles fazem com o aumento que receberam.
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Reajustes Salariais (20/07): Você clicou no link anterior e não viu foto nenhuma, apesar de eu ter dito que fui com um fotógrafo? E aqui está a foto! Em uma matéria relacionada. Detalhe para a foto sem crédito e com o nome do personagem escrito errado (justo ele que tinha tanto orgulho de se chamar Dreher, exatamente como o conhaque). Quanto ao fotógrafo, eu acho que o nome dele é Jonathan Campos, mas não posso dar certeza (memória ruim de doer). Viu, gente? Até a Gazeta se confunde de vez em quando...
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Boletim (20/07): Eu havia feito essa entrevista para o boletim da semana anterior, mas a foto atrasou e a matéria acabou sendo adiada. É gostoso fazer esse tipo de trabalho, dar voz a alguém no jornal. Pena que é trabalhoso. Eu, pelo menos, demoro uma tarde fazendo a entrevista e a transcrição. Isso porque a Marisa pega esse material bruto e edita depois. Também sugiro um textinho introdutório, mas acho que não devo ser muito boa nisso. A Marisa muda bastante.
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Imagens do Universo (22/07): Minha última contribuição para a editoria de Mundo. Triste. E o pior é que eu fiquei realmente descontente com o meu trabalho (algo que foi refletido no número maior de mudanças que fizeram; antes não mudavam quase nada). Já havia passado do meu horário de ir embora... Bom, eu não tinha exatamente um horário para sair, mas como pegava ônibus no Guadalupe, procurava sair antes que escurecesse demais. Bom, ninguém mandou ter pressa. Bem feito pra mim.
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Preços (23/07): Eu gosto de ajudar a Isadora. No caso dessa matéria, eu, basicamente, fui atrás de números de telefone. Foi bem pouca coisa até porque eu estava toda atrapalhada... É sempre assim. Certos momentos são de tédio absoluto, mas quando você tem alguma coisa para fazer, surgem outras quinhentas. Queria ter ajudado mais, mas era uma matéria bem simples, de qualquer maneira.
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Empréstimos (26/06): Eu e o fotógrafo fizemos duas saídas cada um para essa matéria. A primeira juntos e uma segunda separados. A primeira rendeu a entrevista com o casal Siqueira, que está na matéria. A segunda saída dele rendeu a foto que saiu (não sei por que não apareceu a do casal, seria mais legal). Já a minha segunda saída foi mais legal (mesmo que não tenha rendido informações confiáveis). Fui para a rua atrás daquelas moças que tentam convencer as pessoas a fazer empréstimos. É estranho ir abordar alguém de quem você normalmente foge... Mas descobri uma coisa: se você for abordado por alguém da Taií é porque você tem cara de ter 30 anos. Se isso é bom ou ruim, já é outra questão...
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Boletim (27/07): Mais um entrevista! Gostei bastante de fazer essa, a conversa rendeu bastante e correu sem problemas. Pena que não rolou o passeio de balão. Eu queria tanto voar... Explico: era um passeio promocional para a imprensa para promover o concurso da Thá. Tudo culpa do mau tempo de Curitiba, eu já estava toda empolgadinha para fazer uma entrevista nas alturas...
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Gestão e Carreira (27/07): Escrevi esse texto e ele quase não foi alterado! Foi um problema não escrever um texto de assessoria, mas acho que me saí razoável. O pessoal da UP fez uma visita à redação e eu acabei ganhando um bloco, uma caneta, uma daquelas pastas de papel cartão, uma revista (acho que esqueci a pobre na redação, inclusive) e um livro... Adoro presentinhos! Embora seja para estudantes de administração, até que um ou dois temas abordados no livro me interessaram. Lerei no ônibus. E, claro, foi bom escrever eu mesma um texto que saiu na Gazeta... Sei lá quando vão surgir aquelas gavetinhas...

Falta de compromissos (?)...

Meu final de semana
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Após sofrer ameaça, venho aqui atualizar esse abandonado espaço.
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Bom, minha idéia era atualizar com a continuidade do merchandising pessoal iniciado na atualização passada. Infelizmente minha idéia egocêntrica não se mostrou muito popular, mas confesso que isso é o que menos importa. É muito mais prático “guardar” os links no blog. Desculpem leitores (se é que ainda existe algum), ando egoísta mesmo.
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Mas deixarei esse trabalho para uma próxima oportunidade. É tarde, estou cansada e é chato fazer hiperlinks.
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O que não deixa meu momento só meu no meu blog perder suas características básicas. Falarei sobre a minha pessoa, como sempre.
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Tive um final de semana inusitado. Sábado fui ver um palhaço gaúcho se apresentar na frente das escadarias do prédio histórico da UFPR. Adoro aquele prédio! Ele é muito feio por dentro, mas quando passo ao lado me sinto acolhida. Não é um prédio qualquer, é o prédio da faculdade onde eu estudo. E eu sou o máximo por estudar ali. Ok, não exatamente ali, mas a idéia geral é essa.
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Voltando do momento eu-amo-a-federal. Essa história do palhaço não é tão inusitada assim porque isso foi combinado. Exatos 29 e-mails sobre o assunto se acumulam na minha caixa de entrada. E só a Mari foi! Foi ótimo ter a companhia dela durante a tarde (ou um pedaço da tarde, já que ela foi embora cedo). Claro, queria muito a companhia das outras pessoinhas que não apareceram, mas, tudo bem... Estou acostumada a essa vida ingrata! Enfim... Azar de quem perdeu. Foi divertido! Ah, sim. A Mari tirou fotos... Só a ceninha preparatória já valeria à pena... Mas faltou gente para apreciar!
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Depois, tomei picolé, parei para assistir uma certa pessoa dançar naquelas maquininhas... Vocês sabiam que as fichas custam um real? Eu sempre achei que fosse mais caro. Bom, não que eu tenha coordenação motora suficiente para olhar as flechinhas e pisar ao mesmo tempo e muito menos para pisar no lugar certo! Só continuo não gostando muito do ambiente de fliperamas. Sei lá a razão... Está associado a coisas ruins na minha cabeça... Mas até que já melhorei. Já fui bem mais fresca nessa vida (sim, é possível ser mais fresca do que eu sou atualmente).
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Continuando minha animada descrição do meu final de semana. Eis que me vejo sem nada para fazer e sem idéias. Bem no centro de Curitiba! Se eu estivesse na minha amada São José dos Pinhais, isso não teria acontecido! Ok, teria...
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Pelo menos não estava sozinha. Eu e o Vinicius andamos até o Muller que, para variar, estava um burburinho cheio de crianças fedorentas. Mentira, crianças fofas... Mas tão tedioso quanto a rua lá fora. E eu começando a ficar com fome... Até consideramos ir ao cinema, mas estávamos no meio do tempo (pensei em escrever caminho, mas achei estranho. Alguém tem uma expressão melhor?) entre uma sessão e outra.
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Ao Bacacheri, comer pastéis! Não tão grandes quanto os da Tia Masako, mas muitos. Comi bastante, conversei bastante, ri bastante, me diverti bastante (detesto a regra que me manda fazer ênclise em casos como esse). Fiz ligações que precisava fazer e...
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Foi rápido e repentino. Meu tormento começou pequenininho, pequenininho e foi aumentando e aumentando... Uma dor de cabeça daquelas! Deve ter sido o sol na cabeça durante a tarde ou o pó do prédio em construção no qual tive que subir (vida de jornalista é cheia de emoções, mas conto essa história depois). Em pouco tempo, eu estava imprestável. Deitada em uma poltrona, com as luzes apagadas e mandando pastar qualquer criatura que chegasse perto de mim. Completamente insuportável.
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Ok. Vou explicar agora porque não voltei para São José quando tive vontade. Eu tinha um compromisso muito importante a noite. Muito importante mesmo. O aniversário de uma amiga!!! E eu detesto faltar o aniversário de quem eu gosto, porque essa é a melhor comemoração que existe. É algo real, você comemora a existência de alguém, a importância daquela pessoa na sua vida! Não é uma data religiosa. Pode até ser uma convenção cultural, mas é uma que faz sentido! Bom, ao menos para mim...
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E eis que vou dormir cedo porque simplesmente não consigo fazer outra coisa. Pois é, gente... Nem tudo que é inusitado é positivo.
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Lembrando que, enquanto estava mal, fui informada a respeito da morte da Dercy Gonçalves. Minha primeira reação foi pensar: “Meu Deus! Quem cortou a cabeça dela???”. Se eu não estivesse tão mal teria gritado alguma frase mais ou menos nesse sentido. Afinal, é de conhecimento geral que highlanders só morrem quando suas cabeças são cortadas.
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Mais ou menos recuperada da dor de cabeça (e do choque da notícia), acordei para um novo dia.
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Com um domingo inteiro pela frente e sem saber o que fazer com ele, tive uma idéia. Meu irmão não quis me acompanhar, mas, ainda bem, agora tenho companhia para minhas idéias repentinas. Detesto fazer as coisas sozinha. Sejá lá o que for... Comer, caminhar, ir ao cinema... E era justamente esse o caso. Fomos até o cinema do Estação ver The Dark Knight, vulgo "o novo filme do Batman" (droga, hiperlinks). Vale muito a pena!!! Mas, ao menos dessa vez, deixarei a crítica e os comentários para quem realmente sabe fazer essas coisas.
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Sabem como é... Amanhã é segunda-feira...

Muchas cositas...

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Tie qi men (Bandeira de Ferro, no título em português) é o filme mais engraçado que vi nos últimos tempos. Merece um mangá! Sério mesmo.
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Momento merchandising pessoal
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Textos da primeira semana do estágio:
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Imagens do Universo (02/07): Mantiveram somente um dos meus títulos (o primeiro) e mudaram um pouquinho os textos. Acho que foi um resultado positivo para o primeiro dia.
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Imagens do Universo (04/07): Eu gostei de fazer esse negócio! O editor seleciona as fotos que já vem com uma legenda curtinha que devo complementar. Minha missão inclui criar títulos criativos. No dia anterior não tive tempo para ajudar, mas nesse só mudaram um pouquinho meu último título (o meu não tinha aspas) e muito pouco dos textos.
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Imagens do Universo (05/07): Na versão impressa foi para uma página em preto e branco o que é triste, mas foi bom porque couberam todas as minhas legendas (eu geralmente escrevo quatro ou cinco). Só um título foi mudado e os textos foram ligeiramente cortados para caber quatro fotos, mas não mudaram muita coisa.
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Boletim (06/07): Algumas perguntas foram cortadas e as que saíram foram um pouco reformuladas, mas essas foram realmente as partes mais importantes da entrevista. Apenas transcrevi a gravação e fiz uma pequena introdução (foi mexida, mas ainda a enxergo na versão final), a edição foi totalmente feita pela Marisa Abrantes Boroni Valério e eu fiquei contente com o resultado final.
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Sério, fico realmente feliz por meus textos não estarem sendo totalmente reescritos. Eu nunca coloco muita fé neles, mas quando vejo impresso percebo que não estão tão ruins assim. Claro, não estão saindo exatamente como escrevi, mas acho que a maioria dos cortes mais drásticos é por falta de espaço e, tirando isso, as alterações foram poucas, pequenas e totalmente úteis. Estão adorando a rotina da redação e aprendendo bastante (aguardem mais coisas na próxima semana). Não quero que esse mês acabe tão cedo!
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Feliz Tanabata a todos que passarem por aqui!!!

Texto com olheiras...

Passarinho verde
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Assim que comecei a fazer Design Gráfico, eu disse que começar a fazer outro curso é bom porque você vê como prefere aquele que realmente escolheu para a sua vida.
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É verdade, a UTFPR me fez perceber como prefiro a UFPR, apesar de todos os problemas. Muita gente vai me achar maluca por dizer isso, afinal “no Cefet as coisas funcionam” e “a Federal não tem estrutura”. Ok, é ótimo estudar em um lugar onde quase todas as salas tem data show... Mas as câmeras da Federal não são ruins, o nosso estúdio fotográfico presta, os computadores do LabCom são melhores que os do Cefet e, aos trancos e barrancos, a gente se vira. No fundo, os dois são federais. O Cefet tem muitas falhas de estrutura também e a principal talvez seja a falta de um restaurante universitário.
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A principal diferença entre os dois locais é a mentalidade. A UFPR é universidade faz tempo e foi criada como tal. A UTFPR ainda funciona como uma escola que treina trabalhadores. Aliás, eu sempre acho engraçado quando algum professor ou funcionário fala “aqui na escola”. Os professores, num primeiro momento, parecem melhores que os da UFPR porque raramente atrasam, dão aula até o fim, dão aula de verdade, fazem avaliações e realmente cobram dos alunos. Depois você percebe que uns se atrasam; outros fazem a chamada pontualmente só por serem chatos; alguns ainda ameaçam rigidez, mas passam a turma toda; uns infelizes passam trabalhos que ultrapassam em muito, muito, muito (muito mesmo) a quantidade de horas-aula da matéria... Ou seja, eles só não matam aula como os da Federal nem fingem que dão matéria, mas estão no caminho...
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E já se passaram três parágrafos e ainda não cheguei onde queria (no blog eu procuro não ser objetiva, direta e imparcial). O fato é que começar outro curso não faz você perceber que gostava mais do primeiro. Faz apenas você perceber que se incomoda menos em fazer trabalhos e assistir aulas sobre assuntos que te interessam mais. E, bom, isso é algo lógico, você nem precisa se dar ao trabalho de fazer outro vestibular para saber.
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O fato é que eu tinha muitas crises no primeiro ano do curso. Achava que tinha feito a escolha errada, que não tinha cara de pau suficiente para ser jornalista, que não sabia fazer contatos, que era muito burra para estudar na Federal, que não levava jeito para a coisa em absoluto. Esse tipo de coisas... No segundo ano, eu levei a vida, o que obviamente inclui a faculdade, de um modo do qual não me orgulho muito, mas que foi bom e necessário. Resumindo, levei levando. Sem muitas reflexões. Assim tive menos crises e também menos alegrias. Foi o ano que pedi, sem sobressaltos.
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Em 2008 eu comecei outra faculdade e decidi me presentear com novos horizontes. Ainda não consegui um estágio, mas até o final do ano eu chego lá... Bom, vou me corrigir. Ainda não consegui um estágio fixo e remunerado. Porque embora certo colega tenha classificado meu atual estágio como “urubuservação” e “trabalho escravo”, eu estou simplesmente adorando! Esse mês nem de longe será um sacrifício de férias. Pouco me importa que vá durar pouco, que eu não receba ou que meu nome não apareça. Eu ainda falo “mãe, olha eu aqui”, mas não é isso que interessa. Gosto de escrever matéria, de inventar títulos, de traduzir, de entrevistar, de transcrever gravações. Gosto de estar em uma redação, de poder viver isso. Se, no futuro, eu puder viver disso, nossa, serei a pessoa mais realizada do universo.
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Resumindo e explicando o objetivo do texto já que são duas da manhã e eu já faço besteiras quando estou bem acordada. Não é fazer Design Gráfico que me faz saber que eu gosto de Jornalismo. É o próprio Jornalismo. Não consigo mais viver sem ele e não me imagino fazendo outra coisa da vida. Simples assim.
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Ah, sim, um link para a versão impressa do Comunicação!
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E outro para mais uma matéria de rádio minha (a última do Laboratório de Rádio, infelizmente).