Strani Amori
Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette e poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi
E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
Con il cuore nel lo stomaco
Un gomitolo nell’angolo
Lì da solo, dentro un brivido
Ma perché lui non c’è
E sono strani amori che
Fanno crescere e sorridere
Fra le lacrime
Quante pagine lì da scrivere
Sogni e lividi da dividere
Sono amori che spesso a questa età
Si confondono dentro a quest’anima
Che si interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi
E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano nel cuore
Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che lì nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi
Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi
Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi
Mi dispiace devo andare via
Questa volta l’ho promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te
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Eu ouvi todo esse CD e, em cada música, algo me lembra de nós dois... Eu queria ter paciência, calma e um computador que não ficasse travando para selecionar os trechos mais adequados, comentar cada um deles e fazer disso um texto sincero. Fica aqui uma música com a qual meu momento se identifica bem. Não totalmente, mas bem.
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Eu gostaria que você tivesse aparecido na aula passada para a gente conversar melhor. Não adianta a gente discutir por MSN... As suas respostas demoram, você age como se pretendesse ser o culpado pelos desequilíbrios de uma garota exagerada mesmo sabendo que não é. Mas você não apareceu... Tudo bem. Eu não compreendo mais os seus atos, não me adianta mais tentar adivinhar o que você vai fazer. Você diz que tenta ser meu amigo, mas não se comporta como tal. E eu não entendo mais como pude me enganar tanto e por tanto tempo.
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Eu juro que tentei viver a falsidade que você me propunha. Eu já havia a vivido antes, quando não sabia de toda a mentira que você pregava... Eu poderia continuar vivendo assim... Mas eu não pude. Você queria que tudo fosse como naquele dia do Guaíra? Eu não. Eu queria que fosse de verdade, queria seus sentimentos sinceros e não uma tentativa de viver o que já foi. Quando eu decidi parar e esperar você me buscar eu sabia que você não iria. E você não foi. Foi triste o modo como tudo acabou, mas já havia terminado há muito. Aliás, nunca havia realmente acontecido.
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Então eu estava vivendo aquela amizade plástica e de aparências. Amizade na frente dos outros e total incapacidade de cumplicidade, sinceridade ou qualquer coisa que constituísse uma amizade, quando estávamos apenas nós dois. Nos tornamos duas pessoas desconhecidas. Mas eu tentei. Eu me preocupei com você e não descobri qualquer receptividade à minha amizade. E isso doía. Doía porque eu não enxergava mais em você a pessoa de quem eu tanto gostei.
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Eu queria guardar as boas lembranças e conviver com você. Só isso. Mas, aos poucos, eu fui me machucando. Não por ainda gostar de você, mas por um dia ter gostado. Eu queria tanto que você fosse quem você era... Só que eu não posso te pedir isso. A ilusão já foi quebrada.