É a terceira vez que escrevo isso. Então serei breve: Desejo um Feliz Ano Novo para os que se julgam merecedores dos meus melhores votos e para algumas pessoinhas mais!!! Minhas férias tem sido um tanto quanto anormais, mas em breve tudo será como sempre foi. Ganhei muitos livros nesse período pós-natal e, portanto, só voltarei à ativa depois da leitura... Queria registrar minha saudade de todos os habitantes, visitantes e turistas da Floresta e minha ansiedade (ou seria medo) em relação ao que estar por vir. Também gostaria de agradecer a todos que aturaram minhas TPMs em 2007 e pedir desculpas por esse texto ridículo. Juro que ele estava legal nas outras duas vezes, mas ele se apagou sozinho!
Ho, ho, ho! Post de Natal!
Eu, meus esportes, meus pés e meus desejos
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É uma pena que eu seja tão fresca e não consiga andar de roller (patins in line para os mais metidos) no asfalto. Cimento ou cerâmica. Dizem que madeira é legal, mas nunca tive a oportunidade de testar (ou tive? Não lembro). Enfim, outro dia me deu uma vontade enorme de patinar até não poder mais de tanto cansaço. Não estava nem aí para a dor nas pernas no dia seguinte.
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O meu par estava, inclusive, um pouco empoeirado. Ou bastante. Mas eu fui. O chão estava molhado. Mas eu fui. Está certo que a garagem daqui de casa não é o melhor lugar do mundo, em especial por causa da leve inclinação que prejudica o ganho de velocidade. E o fato de estar úmido só atrapalhava. O chão secou, a vizinha cansou de olhar, a cachorra parou de latir para mim. Enfim, o mundo se acostumou com o fato de eu não ser tão sedentária assim.
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Às vezes eu penso como o roller e eu nos completamos. Os meus terríveis pés tortos são perfeitos para ele ganhar velocidade e seguir, com suas rodinhas girando cada vez mais rápido... Ele me dá mais altura, eu forneço segurança. Sempre cuidando para que ele não vá para algum caminho que nos faça parar (e que não faça com que ele perca sua pobre dona). Não sou atleta, mas ele também tem suas preguiças. Ele parece sempre estranhamente do avesso e o plástico azul (sim, ele é preto e azul) nunca quer ser esticado ao extremo. Não. Na verdade esse raciocínio não faz nenhum sentido. Mas eu queria incluir meus pés tortos no texto.
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A Suzan me deu um pingüim de aniversário! De pelúcia, óbvio. Mas eu adorei mesmo assim! Um de verdade eu teria que guardar na geladeira ou no freezer e minha mãe não ficaria muito feliz. Esse pingüim me lembrou de que eu mesma já fui chamada pelo nome dessa ave engraçadinha, bem vestida e que não voa. Culpa dos meus pés tortos, claro (viu, era por isso que eu queria incluí-los no texto). Mas, sabe de uma coisa? Eu sempre gostei deles assim. Mesmo que hoje em dia eu disfarce e preste atenção enquanto ando, eu sempre fico feliz ao perceber que os pés tortos facilitam muito a vida das pessoas que os têm. Não só para andar de roller. A posição de parada no palco é muito natural para mim (sim, eu já fiz teatro). E alguns passos do ballet ficam bem facilitados (não, eu nunca fiz ballet).
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Bom, meu aniversário, esse dia do roller, a chegada da minha prima e alguns outros acontecimentos recentes me deram vontade de escrever e até algumas idéias, mas, no momento em que sentei na frente do computador e comecei percebi que esse é o último lugar em que quero estar. Esse ano foi bom demais para ser desperdiçado aqui! Foi o ano em que eu consegui cumprir todas as minhas promessas feitas na virada (por mais difíceis que elas parecessem na época) e consegui realizar os meus pedidos (por mais impossíveis que eles parecessem), além de algumas coisinhas mais...
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A propósito, que jeito melhor de terminar um texto que não esse: essa metalinguagem estranha que dominou vários posts desse blog no decorrer desse ótimo ano!
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Feliz Natal para todos vocês que passam por aqui!!!
É uma pena que eu seja tão fresca e não consiga andar de roller (patins in line para os mais metidos) no asfalto. Cimento ou cerâmica. Dizem que madeira é legal, mas nunca tive a oportunidade de testar (ou tive? Não lembro). Enfim, outro dia me deu uma vontade enorme de patinar até não poder mais de tanto cansaço. Não estava nem aí para a dor nas pernas no dia seguinte.
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O meu par estava, inclusive, um pouco empoeirado. Ou bastante. Mas eu fui. O chão estava molhado. Mas eu fui. Está certo que a garagem daqui de casa não é o melhor lugar do mundo, em especial por causa da leve inclinação que prejudica o ganho de velocidade. E o fato de estar úmido só atrapalhava. O chão secou, a vizinha cansou de olhar, a cachorra parou de latir para mim. Enfim, o mundo se acostumou com o fato de eu não ser tão sedentária assim.
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Às vezes eu penso como o roller e eu nos completamos. Os meus terríveis pés tortos são perfeitos para ele ganhar velocidade e seguir, com suas rodinhas girando cada vez mais rápido... Ele me dá mais altura, eu forneço segurança. Sempre cuidando para que ele não vá para algum caminho que nos faça parar (e que não faça com que ele perca sua pobre dona). Não sou atleta, mas ele também tem suas preguiças. Ele parece sempre estranhamente do avesso e o plástico azul (sim, ele é preto e azul) nunca quer ser esticado ao extremo. Não. Na verdade esse raciocínio não faz nenhum sentido. Mas eu queria incluir meus pés tortos no texto.
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A Suzan me deu um pingüim de aniversário! De pelúcia, óbvio. Mas eu adorei mesmo assim! Um de verdade eu teria que guardar na geladeira ou no freezer e minha mãe não ficaria muito feliz. Esse pingüim me lembrou de que eu mesma já fui chamada pelo nome dessa ave engraçadinha, bem vestida e que não voa. Culpa dos meus pés tortos, claro (viu, era por isso que eu queria incluí-los no texto). Mas, sabe de uma coisa? Eu sempre gostei deles assim. Mesmo que hoje em dia eu disfarce e preste atenção enquanto ando, eu sempre fico feliz ao perceber que os pés tortos facilitam muito a vida das pessoas que os têm. Não só para andar de roller. A posição de parada no palco é muito natural para mim (sim, eu já fiz teatro). E alguns passos do ballet ficam bem facilitados (não, eu nunca fiz ballet).
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Bom, meu aniversário, esse dia do roller, a chegada da minha prima e alguns outros acontecimentos recentes me deram vontade de escrever e até algumas idéias, mas, no momento em que sentei na frente do computador e comecei percebi que esse é o último lugar em que quero estar. Esse ano foi bom demais para ser desperdiçado aqui! Foi o ano em que eu consegui cumprir todas as minhas promessas feitas na virada (por mais difíceis que elas parecessem na época) e consegui realizar os meus pedidos (por mais impossíveis que eles parecessem), além de algumas coisinhas mais...
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A propósito, que jeito melhor de terminar um texto que não esse: essa metalinguagem estranha que dominou vários posts desse blog no decorrer desse ótimo ano!
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Feliz Natal para todos vocês que passam por aqui!!!
Fish and chips (not yet)...
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Sem muitos comentários sobre as minhas expectativas para esse final de ano. Isso vai ficar para depois, afinal, o ano ainda não acabou e ainda tenho algumas coisas para fazer! Vou aproveitar 2007 até o último instante, afinal, não é todo ano que somando da 9, que é um dos melhores múltiplos de 3 que existem (ao lado de 12 e 21).
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O caso é que hoje eu estava “um pouquinho” entediada e na internet, então comecei a visitar blogs aleatórios[1] que me levavam a outros blogs, que me levavam a outros blogs e etcétera e tal. Até que descobri o vídeo postado acima e um site com várias coisinhas legais (http://www.tandemfilms.com/). Vale a pena dar uma olhadinha.
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Menos revisão que o normal...
Ne me quitte pas
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Ontem (não exatamente ontem, mas é como se fosse), eu estava parada na estação-tubo Comendador Fontana esperando pelo Santa Cândida/Pinheirinho. É incrível como o ônibus que eu quero pegar sempre demora. Fiquei exatos vinte e cinco minutos esperando para fazer uma simples conexão! A Fran até me ligou, estranhando a demora... O caso é que do outro lado da rua estava um casal que me lembrou você. Não nós dois. Só você.
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Sendo sincera, eu nem sei porque eles me lembraram você. Acho que vou pôr a culpa na minha distração. Minha mente viajou até você, vi os dois e foi feita a conexão. Também não me peça para explicar o porquê de, sendo eles dois, eu tenha me lembrado de um só de nós. Eu diria que é porque a minha participação no "nós" foi tão pequena que não é válido lembrar disso. Verdade seja dita, a minha capacidade de auto-anulação já alcançou extremos.
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Enfim... Aquela menina tinha braços estranhos. Compridos demais, eu diria. Por um segundo eu me perguntei se ela, ao abraçá-lo, seria capaz de alcançar seu próprio corpo (nesse ponto surge a referência a um casal conhecido onde a dúvida não é causada por culpa da menina). Na verdade, ela era toda estranha, mas os braços se sobressaiam. Tão desajeitados que eram ao lidar com esse tamanhão todo e uma única pessoa para acariciar. Ao menos ele era alto.
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Eu prestei atenção naqueles carinhos, confesso. Imaginei a quanto tempo eles estariam juntos. Deduzi que não fazia muito. Ela mantinha aquele ar de passarinho apaixonado. Feliz, rápido demais para não deixar o que é bom escapar e, principalmente, desajeitado. Ele era uma figura cabeluda e sem personalidade visível, arrastado ao bel-prazer daquela presa, esperando ela engordar por conta própria para depois devorá-la, sem o menor prazer da caçada.
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Sim, o Animal Planet deveria fazer observatórios nos tubos de Curitiba. Ou no Cacos durante as vinhadas (mas isso já faz parte das piadinhas de outra pessoa e não vem ao caso). E mudando de assunto... Finalmente o ônibus chegou! O casal atravessou a rua correndo para se juntar a mim em minha viagem. Juntar em termos, pois não mais os vi. Mas, também, nesse ponto a ilusão já estava quebrada e eles não me lembravam mais você. Eram humanos demais.
Ontem (não exatamente ontem, mas é como se fosse), eu estava parada na estação-tubo Comendador Fontana esperando pelo Santa Cândida/Pinheirinho. É incrível como o ônibus que eu quero pegar sempre demora. Fiquei exatos vinte e cinco minutos esperando para fazer uma simples conexão! A Fran até me ligou, estranhando a demora... O caso é que do outro lado da rua estava um casal que me lembrou você. Não nós dois. Só você.
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Sendo sincera, eu nem sei porque eles me lembraram você. Acho que vou pôr a culpa na minha distração. Minha mente viajou até você, vi os dois e foi feita a conexão. Também não me peça para explicar o porquê de, sendo eles dois, eu tenha me lembrado de um só de nós. Eu diria que é porque a minha participação no "nós" foi tão pequena que não é válido lembrar disso. Verdade seja dita, a minha capacidade de auto-anulação já alcançou extremos.
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Enfim... Aquela menina tinha braços estranhos. Compridos demais, eu diria. Por um segundo eu me perguntei se ela, ao abraçá-lo, seria capaz de alcançar seu próprio corpo (nesse ponto surge a referência a um casal conhecido onde a dúvida não é causada por culpa da menina). Na verdade, ela era toda estranha, mas os braços se sobressaiam. Tão desajeitados que eram ao lidar com esse tamanhão todo e uma única pessoa para acariciar. Ao menos ele era alto.
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Eu prestei atenção naqueles carinhos, confesso. Imaginei a quanto tempo eles estariam juntos. Deduzi que não fazia muito. Ela mantinha aquele ar de passarinho apaixonado. Feliz, rápido demais para não deixar o que é bom escapar e, principalmente, desajeitado. Ele era uma figura cabeluda e sem personalidade visível, arrastado ao bel-prazer daquela presa, esperando ela engordar por conta própria para depois devorá-la, sem o menor prazer da caçada.
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Sim, o Animal Planet deveria fazer observatórios nos tubos de Curitiba. Ou no Cacos durante as vinhadas (mas isso já faz parte das piadinhas de outra pessoa e não vem ao caso). E mudando de assunto... Finalmente o ônibus chegou! O casal atravessou a rua correndo para se juntar a mim em minha viagem. Juntar em termos, pois não mais os vi. Mas, também, nesse ponto a ilusão já estava quebrada e eles não me lembravam mais você. Eram humanos demais.
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