Prêmio Jovem Cientista...

Dicionário Aquoso
Água de barita, água de barrela, água de bromo, água de cal, água de cloro, água de cristalização, água de hidratação, Água de Javel, água de louro-cereja, água de muro, água de rosas, água destilada, água de telhado, água do monte, água dura, água lisa, água lustral, água meteórica, água mineral, água natural, água oxigenada, água panada, água pesada, água potável, água residual, água sanitária, águas colatícias, águas continentais, água de janeiro, águas de março, águas dormentes, águas lacustres, águas passadas, águas selvagens, águas territoriais, água termal, água tremida, água vegetomineral, água que não acaba mais.

Quão belo e útil é esse óxido de diidrogênio, líquido, incolor e essencial à vida, cuja fórmula é H2O, e, quantos nomes tem! O nome da parte líquida do globo terrestre pode ser utilizado para designar o grau de transparência e brilho do diamante ou de outras pedras preciosas, portanto a palavra água não é apenas e tão somente mais um tema-chato-de-redação-que-as-professoras-passam-todo-ano, mas, sim, algo que merece ser estudado, sem dúvida.

Não seria muito difícil descrever cada uma das “águas” que citei no primeiro parágrafo, pois eu apenas copiei de um verbete de um dicionário, a partir do qual posso retirar também todas as definições e onde encontrei verbetes específicos para: água-benta, aguaça, aguaçal, aguaceira, aguaceiro, aguacento, aguada, água-da-colônia, água-de-cheiro, água-de-colônia, água de flor, aguadilha, aguado, aguador, água-forte, água-fortista, água-furtada, aguagem, água-má, até aguazil, o qual, aliás, nada tem a ver com o tema desse texto. Também poderia fazer uma lista, e um texto realmente divertido, expondo as diversas expressões onde se usa a palavra água para significar desde “você é um mal-agradecido” até “preciso ir ao banheiro”. Porém decidi que o assunto não deve ser tratado com leviandade e tratarei a partir desse ponto sobre a tentativa das pessoas de acabar com essa substância sinônima de vida, saúde e felicidade.

No mesmo dicionário onde podemos nos divertir lendo sobre a água podemos ler sobre a desgraça existente no significado do verbo poluir: sujar, corromper, tornando prejudicial à saúde, macular, profanar, cometer ação infamante, perverter-se. Dessa vez não adianta procurar trocadilhos ou derivados engraçadinhos, pois poluição, polução, poluente, poluível e poluto têm significados tão horríveis quanto os desse verbo, porém no meio de toda essa desgraça há o verbete Pólux, o nome de uma estrela. Mencionei isso por achar que realmente uma estrela pode brilhar nos corações humanos e fazer todos nós acreditarmos que tudo pode melhorar, só depende de que cada um faça a sua parte, por mais clichê que isso soe.

“Operação mental que por meio da dedução ou da ilação consegue reduzir diversos elementos analisáveis a um resultado lógico”, foi isso que encontrei ao procurar “solução”, pode parecer algo complexo em uma primeira lida, porém a solução para se entender claramente isso estava algumas linhas abaixo (você pode considerar um trocadilho se quiser, ou uma bobeira minha procurar uma solução em “solução”) com o seguinte trecho: “Aquilo com que se dá por encerrado um assunto, conclusão, desfecho”. Agora, juntando tudo o que eu já pesquisei posso formar uma frase lógica, da qual conheço realmente todas as palavras e já sei o tamanho da complexidade existente na procura de uma resposta. Qual é a solução para a poluição da água?

Obviamente não espero que uma estrela brilhe na mente e no coração de todos e então tudo se resolve como mágica, mas existem algumas palavras-chave que podem ao menos fazer o leitor pensar um pouco com relação às suas atitudes sobre o assunto.Uma dessas palavras é “consciência”, a faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados. Essa é extremamente usada e normalmente quando vemos os políticos ou jornalistas a falando vem acompanhada do termo popular (normalmente empregada com o sentido de “do, ou próprio do povo”, mas também pode significar vulgar, trivial, ordinário). Acredito que a conscientização (ato de dar consciência) possa ser uma importante arma não só quando o assunto é a poluição das águas, mas em diversos outros casos e para que ela ocorra além das famosas propagandas de televisão, que dão um gasto federal (isso pode ser considerado mais um trocadilho, ou não) é necessária uma educação política de qualidade, ou seja, investimentos (aplicação ou emprego de capitais em negócios).

Outro termo a ser considerado é humanidade ou natureza humana, que pode significar benevolência, clemência e compaixão (não é brincadeira, estou olhando no dicionário), por isso creio que a Pólux em que acredito está aqui. Essa é a estrela de primeira grandeza com a qual todos nascemos, embora muitos a esqueçam com o passar dos anos e a dureza da vida, porém são esses sentimentos próprios de nós, humanos. Temos entre as palavras próximas a esse verbete humanizar (tornar benévolo, afável, tratável, humanar) e humanitário (que visa ao bem-estar da humanidade), todas palavras que podem nos fazer refletir sobre o tipo de humanos que somos.

É realmente incrível a solução a qual cheguei com tudo isso. A água, não que eu duvidasse disso antes de começar a escrever, é extremamente necessária para a humanidade e para mantê-la devemos apenas seguir os princípios mais nobres de nossa natureza, a ignorância (condição de quem não é instruído, estado de quem ignora ou desconhece alguma coisa) pode ser terrível, porém com um pouco de boa vontade é possível superá-la, em seus níveis básicos quero dizer, afinal há muitos interesses por trás da ignorância do povo, mas isso é tema para outra redação, na qual podem aparecer termos bem mais ofensivos do que poluição, como ganância e corrupção, além é claro de capitalismo, socialismo, igualdade e novamente humanidade.

Fonte de Pesquisa: Dicionário da Enciclopédia Microsoft Encarta

Floresta...

Fotinho da Floresta... Não é lá um campus muito bonito, mas é aqui que eu estudo...

Só para postar algo...



3º Encontro Nacional do HPBR... Eu fui!!!

Texto de ontem...

Eu não posso negar que o fato de eu ser caloura seja algo muito estranho. Estou me acostumando a andar muito de ônibus e a não ter grana para comprar todos os livros pedidos, mas ainda não caiu a ficha de que sou uma universitária e, o mais assombroso, de que estudo na UFPR.
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A questão é que estar lá é natural. Conversar com os novos colegas é fácil. Ser caloura e ter veteranos por perto soa muito normal. Porém, é quando saio pelo portão da Rua Bom Jesus, em direção ao ponto de ônibus, que toda aquela realidade palpável se esvai e parece um sonho.
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Muitos dos meus colegas tiveram que mudar de cidade, ou até de país, e, sem dúvida eles estão sofrendo choques maiores que os meus, mas isso não quer dizer que eu não esteja sofrendo alguns, e grandes. Para começar, é a primeira vez que mudo de colégio. Cursei o Jardim de Infância, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio no Colégio Ideal de São José dos Pinhais (que após a minha saída tornou-se Colégio Pilares), eu detestava e amava aquele lugar com todas as minhas forças, além de ter sido indiferente a ele muitas vezes. E sair do tão familiar Ideal, por mais tradicional que ele seja, para entrar na UFPR é uma grande mudança. Além disso, a falta daquelas amigas de sempre é grande. No prédio da Rua Bom Jesus elas nunca pisaram, ninguém as conhece, ninguém as viu e nem sabem como estão. Todos conversam, falam sobre assuntos diversos, mas ninguém sabe qual é a minha comida favorita, quando é o meu aniversário, quais são os nomes dos meus pais e do meu irmão e eu também não sei nada sobre ninguém. E é assim.
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Com o tempo as coisas vão se ajeitar, mas, por agora, eu continuo assim, meio perdida, a espera do fim dessa enrolada Semana dos Calouros e do início das aulas. E assim que a internet voltar eu vou colocar isso no blog, para poder relembrar sem precisar perder um tempão com os códigos da minha agenda.